“Porque a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” (Efésios 6:12)
Há uma guerra acontecendo todos os dias. Ela não é travada apenas nas circunstâncias que vemos, mas, principalmente, no coração. Enquanto muitos enxergam a oração como um último recurso, Deus a entregou como uma das principais armas do cristão. Quem não compreende a batalha espiritual jamais compreenderá o verdadeiro propósito da oração.
Orar não é apenas apresentar pedidos a Deus. É declarar dependência do Rei, fortalecer-se no Seu poder, resistir às tentações, vencer o medo, combater a incredulidade e permanecer firme quando tudo ao redor convida à desistência. A oração não muda apenas as circunstâncias; ela transforma aquele que ora.
O inimigo sabe que um cristão sem oração é um soldado vulnerável. Por isso, fará de tudo para ocupar sua mente, roubar seu tempo e esfriar seu coração. Mas quando o povo de Deus se ajoelha, o céu responde. Não porque haja poder em nossas palavras, mas porque há poder no Deus que nos ouve.
A cruz garantiu nossa vitória definitiva, mas até o dia em que Cristo voltar, continuamos lutando a boa batalha da fé. E nenhum guerreiro permanece de pé sem comunhão com seu Comandante.
Que a sua primeira reação diante das lutas não seja o desespero, mas a oração. Antes de responder aos homens, fale com Deus. Antes de confiar em sua força, esconda-se na força do Senhor. Antes de tentar controlar tudo, dobre os joelhos.
A oração não é um escape da guerra. É a arma que Deus concedeu aos Seus filhos para permanecerem firmes até o fim.
“Orai em todo tempo no Espírito, com toda oração e súplica, e para isto vigiando com toda perseverança.” (Efésios 6:18)
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