A gente busca equivalências para não se sentir só.
Compara, projeta, tenta encaixar a própria vida na do outro como se houvesse um eixo comum sustentando tudo…
A simetria acalma porque promete ordem, sentido, equilíbrio!
Mas nada é perfeitamente igual.
Nem o corpo, nem o tempo, nem os afetos…
Sempre há um desvio sutil, um excesso, uma falta!
E é aí que a vida pulsa…
O mundo é ímpar.
Não se divide em duas metades justas…
Talvez viver seja menos encontrar padrões e mais aprender a habitar o desalinho!
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