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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

LIVRE

 Não podemos rebaixar o Evangelho às nossas convicções pessoais, nem presumir que ele esteja submetido às nossas vontades, preferências ou às compreensões culturais que nos foram ensinadas ao longo do tempo.

O Evangelho não nasce da experiência humana, nem se molda às leituras subjetivas do homem, ele procede da revelação divina e permanece soberano sobre qualquer construção cultural, social ou religiosa.
O Evangelho é uma liberdade absoluta em Deus, e não uma liberdade humana disfarçada de espiritualidade. Trata-se de uma liberdade que não se fundamenta na autonomia do “eu”, mas na centralidade de Deus. Biblicamente, liberdade não *é ausência de senhorio*, mas a troca de senhores, deixar de ser escravo do pecado para tornar-se servo da justiça (Rm 6.17–18).
A liberdade em Deus requer submissão à Sua VONTADE, pois é justamente nessa submissão que o ser humano encontra seu verdadeiro sentido e destino.
Paradoxalmente, ao nos submetermos, somos libertos, ao nos rendermos, somos restaurados.
É nessa dinâmica que nos tornamos, como afirma a Escritura, “escravos do Seu amor”, não por coerção, mas por transformação interior.
Essa escravidão não oprime, *antes dignifica, porque nasce da graça e é sustentada pelo amor.*
Essa submissão graciosa nos transporta para o REINO, isto é, para o GOVERNO de Jesus Cristo. Reino não é apenas um conceito espiritual abstrato, mas uma realidade de governo, autoridade, valores e ética do céu manifestos na terra.
Estar no Reino é viver sob o senhorio de Cristo, onde Ele governa a mente, o coração, as decisões e o modo de viver (Cl 1.13).

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