Chamam de ultrapassado, riem, fazem desfile, viram fantasia... mas não entendem: Num mundo onde tudo estraga rápido, valores, promessas e casamentos, Deus ainda preserva aquilo que é colocado nas mãos dEle.
Não somos perfeitos. Somos guardados. Somos conservados pelo Amor de Deus, protegidos pela Graça e sustentados todos os dias por Aquele que segura nossa casa de pé, Jesus!
Porque aquilo que Deus conserva, o tempo não estraga e a opinião não derruba.
A verdade é que os únicos valores capazes de sustentar e restaurar a família não nascem da cultura, da política ou das emoções humanas estão enraizados na revelação eterna de Deus nas Escrituras.
A Bíblia não apresenta apenas conselhos morais, mas um fundamento espiritual: nela aprendemos que a família é aliança, não conveniência; compromisso, não sentimento passageiro; serviço mútuo, não disputa por direitos.
Quando a Palavra é abandonada, a família perde o eixo, porque perde a referência do amor sacrificial, do perdão constante, da autoridade responsável e da graça que reconcilia.
Mas quando Cristo é o centro do lar, a cruz ensina o marido a amar com entrega, a graça ensina a esposa a perseverar em fidelidade, e o evangelho ensina os filhos a honrarem e a obedecerem. A família deixa de ser apenas uma estrutura social e passa a ser um testemunho vivo da obra de Deus.
Não é a modernidade que salva a família, nem a tradição por si só é a verdade de Deus vivida no cotidiano, no altar secreto, nas orações simples, no perdão oferecido antes do orgulho e no amor praticado antes das palavras.
Se queremos lares restaurados, precisamos voltar às raízes.
E as raízes sempre estiveram na Palavra.
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