Nem toda tempestade vem para destruir.
Algumas vêm para revelar em quem realmente confiamos.
Mas, durante a bonança nossa fé pode adormecer. E fácil se sentir no controle quando o céu esti limpo, quando as contas estão pagas, os relacionamentos estão bem e o coração está em paz. Mas basta o vento mudar, o diagnóstico vir, a porta se fechar ou a alma sangrar... para percebermos quão frágeis somos e quão real é a nossa necessidade de Deus.
Jesus nunca prometeu ausência de tempestades, Ele prometeu presença. E há algo de sagrado nesse tipo de dor que nos arranca o chão, porque é nela que redescobrimos o altar. Quando as lágrimas são tantas que faltam palavras, é aí que o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Quando tudo parece em silêncio, Ele está lá, ensinando que
Sua graça ainda é suficiente.
A tempestade não apenas revela a força do barco, mas o valor do capitão. E quanto mais as ondas se levantam, mais você se agarra a Jesus, não como uma ideia, mas como a única âncora possível.
Diante dos ventos contrários, não devemos amaldiçoar o céu.
Talvez seja exatamente essa tribulação que vai tirar o que é superficial e trazer de volta o que é essencial. Talvez seja essa dor que vai nos curvar, mas também vai nos fazer olhar para cima.
Não, não é fácil agradecer pela tempestade. Mas um dia entendemos que ela não veio para nos afogar. Mas para nos fazer andar sobre as águas de mãos dadas com Jesus.
E quando isso acontece, não teremos apenas sobrevivido. Mas também amadurecido. Teremos conhecido a profundidade do amor de Deus, de aprendido a ser grato... até pela dor. Porque ela nos levará para mais perto dEle.
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