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domingo, 18 de janeiro de 2026

LEI

 O Novo Testamento ensina que o que a lei não pôde produzir, a graça de Deus em Cristo pode produzir, pelo poder do Espírito. A fé cristã funciona de dentro para fora. Em vez de lei externa, temos a lei de Deus em nosso coração. O verdadeiro desejo de obedecer a Deus é colocado pelo Espírito em nós. Esta é a novidade da Nova Aliança.

Vale ouvir as palavras de Paulo em 2 Coríntios 3.3: ”Vocês demonstram que são uma carta de Cristo, resultado do nosso ministério, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de corações humanos.” Com o mesmo enfoque, o autor de Hebreus fala da Nova Aliança, em 8.10-13: “Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias”, declara o Senhor. “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Ninguém mais ensinará o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: ‘Conheça o Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior. Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados”.

Quando nos prendemos a questões irrelevantes, secundárias, a meras formalidades, não estamos entendendo a intenção do mandamento. Não vemos que todos os mandamentos da Lei tinham o propósito de "amar a Deus e ao próximo". Não é "pisar no quadrado" com medo de um Deus que exige demais. Jesus deixou claro em Mateus 22:

³⁷ Respondeu Jesus: " ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’.

³⁸ Este é o primeiro e maior mandamento.

³⁹ E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’.

⁴⁰ Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas".

O legalista troca o relacionamento pessoal e amoroso com o Pai Celestial por uma mecânica fria e distanciada da graça. O legalismo é a maneira mais estranha de fugir do amor de Deus. A religião mecânica e de obediência cega é a fuga da graça do Pai. Vem acompanhado de estresse, justiça própria, medo, crítica excessiva, letargia e desesperança.

Louvado seja Deus que nos liberta pela graça de Cristo. Nós o amamos porque ele nos amou primeiro. (1Jo 4.19a)



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