"Carrego em mim cada uma das minhas histórias,
Não como feridas, mas como marcas vivas do que fui.
Cada instante vivido costura o tecido do que sou,
Feito de memórias, quedas e renascimentos.
Com o tempo, aprendi que não é preciso arrancar o que dói, mas compreender o que ficou.
Aprendi a dar lugar às falhas, a erguer as vitórias com ternura.
E a confiar no mistério do que ainda não veio.
Amo o que o passado deixou em mim, mas amo, com ainda mais fervor, o que o tempo prepara em silêncio."
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