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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

TEMPO

 "Carrego em mim cada uma das minhas histórias, 

Não como feridas, mas como marcas vivas do que fui.

Cada instante vivido costura o tecido do que sou,

Feito de memórias, quedas e renascimentos.

Com o tempo, aprendi que não é preciso arrancar o que dói, mas compreender o que ficou.

Aprendi a dar lugar às falhas, a erguer as vitórias com ternura.

E a confiar no mistério do que ainda não veio.

Amo o que o passado deixou em mim, mas amo, com ainda mais fervor, o que o tempo prepara em silêncio." 

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