Quando Cristo ocupa o centro do coração, tudo encontra ordem, propósito e sentido. Mas quando Ele é retirado, não fica apenas um espaço vazio — forma-se um abismo que nenhuma conquista, relacionamento, prazer ou sucesso pode preencher.
O ser humano não foi criado para ser satisfeito por coisas criadas, mas pelo próprio Criador. Por isso, tentar substituir Cristo é como tentar iluminar a noite com faíscas: brilham por um instante, mas não vencem a escuridão da alma.
Como afirmou John Piper, se Cristo for removido do coração, nem o universo inteiro bastará. Porque o vazio que existe em nós tem o formato da eternidade, e somente Aquele que é eterno pode habitá-lo.
“Tu nos fizeste para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não descansar em Ti.” (Salmo 42:1 ecoa essa sede: “Assim como o cervo anseia pelas águas…”)
Que Cristo não seja apenas parte da sua vida — que seja o centro, o fundamento e a plenitude dela.
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