A caminhada de um adorador é recheada de extraordinários encontros com a graça de Deus. Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, quando o Senhor resolveu chamá-lo. É absolutamente comum um arbusto pegar fogo no deserto. Improvável é que essa sarça não se consuma.
Moisés se aproximou, ainda sem saber que estava para começar a mais desafiadora e gratificante jornada: andar com Deus. Aquele que é digno de receber toda adoração se apresenta como o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ele chama Moisés pelo nome e o convida para acessar um lugar santo, no qual ele só poderá pisar descalço.
Muito se comenta acerca dessa ordem do Senhor, e quero destacar dois aspectos: reverência e humildade. Tirar as sandálias é entender que a santidade de Deus é tão elevada que nada mais nos resta a não ser a absoluta consagração. É também tornar-se consciente que tudo é sobre ele, e não sobre nós. É ter a humildade de saber que a terra santa é dele, ele é o Senhor e nele nós vivemos, nos movemos e existimos
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