Desde cedo buscamos algo que nos complete.
Procuramos em pessoas, conquistas, reconhecimento, experiências.
Tentamos preencher o vazio com o que está ao alcance das mãos, mas sempre permanece uma sede mais profunda.
O amor de Cristo é diferente. Ele não é instável, não depende do nosso desempenho, não oscila conforme nossos acertos ou falhas.
É um amor que conhece nossas fragilidades e ainda assim permanece.
Um amor que não desiste, não negocia presença, não se afasta quando mais precisamos.
Em Jesus encontramos o amor que nos vê por inteiro e ainda escolhe ficar.
O amor que corrige sem humilhar, que restaura sem expor, que transforma. É o amor que dá identidade, que cura feridas antigas e que oferece pertencimento verdadeiro.
Talvez o que seu coração sempre quis não fosse mais conquistas, mas descanso. E esse descanso tem nome.
O amor de Cristo é o lar que a alma sempre procurou.
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