Às vezes, parece que a vida nos escapa pelas mãos como areia fina. O que antes era firme, hoje treme. O que era seguro, agora é silêncio. Vem o medo, a exaustão, a sensação de que não há mais para onde correr.
Mas muitas vezes é justamente aí, quando as paredes caem e a alma se dobra, que Deus começa a fazer a Sua obra mais profunda.
Ele não constrói em cima da nossa força, mas sobre os escombros daquilo que já não sustenta mais.
Porque enquanto confiamos na nossa estabilidade, esquecemos da rocha eterna.
Paulo reforça muito esse sentimento, de que é no chão da nossa fraqueza que o Senhor ergue colunas de graça. É no fim da nossa capacidade que Ele revela o início da Sua glória.
A cruz também parecia o fim. Mas foi o começo de tudo.
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