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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

SEGUIR

 Seguir a Cristo nunca foi uma promessa de facilidade, mas de verdade. É duro porque o caminho do Reino confronta o ego, fere o orgulho e exige morte diária do “eu”.

É duro porque obedecer a Deus, muitas vezes, significa nadar contra a corrente, perder aplausos, renunciar desejos e carregar uma cruz que não escolhemos. Jesus nunca romantizou o discipulado: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:23).
Mas, ainda assim, é impossível deixá-Lo. Porque depois que a graça nos alcança, nada mais satisfaz. Depois que os olhos são abertos, o mundo perde o brilho. Como Pedro declarou: “Para quem iremos nós? Tu tens as palavras de vida eterna” (João 6:68). Não é apego religioso, é vida espiritual.
Não é costume, é regeneração. Quem nasceu de Deus pode até se cansar, mas não consegue se desligar da Fonte.
É duro segui-Lo porque o evangelho não negocia com o pecado, não faz acordos com a carne e não se curva às vontades do coração humano. Contudo, é impossível deixá-Lo porque foi Ele quem nos chamou, nos justificou e nos selou com Seu Espírito (Romanos 8:30).
A dor do caminho nunca será maior do que a beleza de pertencermos a Ele.
Seguir Jesus dói…
Mas viver sem Ele é morrer.
E mesmo quando o coração está cansado, a alma sabe: fora d’Ele não há vida, não há paz, não há sentido.
Por isso seguimos. Não porque é fácil, mas porque Ele é tudo.

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