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sábado, 28 de fevereiro de 2026

IGREJA

 Dentro da igreja é fácil levantar as mãos; difícil é manter o coração rendido quando ninguém está olhando. No templo, todos cantam “Santo”; mas é na segunda-feira, no trabalho, em casa e nas conversas ocultas que a santidade é provada.

No domingo vemos que o céu existe na segunda percebemos que ainda não estamos no céu.

Jesus nunca se impressionou apenas com aparência religiosa. Ele confrontou os fariseus porque honravam a Deus com os lábios, mas o coração estava longe (Mateus 15:8). A fé verdadeira não é performance litúrgica, é transformação diária.
A Palavra diz: “Sede praticantes da Palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1:22). O culto que agrada a Deus ultrapassa as paredes da igreja e invade a vida comum.
O cristianismo não se resume ao domingo, mas se manifesta na forma como tratamos as pessoas, como perdoamos quem nos fere, como reagimos à injustiça e como permanecemos íntegros quando poderíamos escolher o caminho mais fácil. Jesus declarou: “Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:14). Luz não brilha apenas no altar ela brilha na rua, na mesa de casa, no silêncio das decisões difíceis.
Dentro da igreja aprendemos sobre amor; fora dela mostramos se realmente amamos. Dentro da igreja falamos de graça; fora dela provamos se fomos alcançados por essa graça. Porque “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7:16).
O verdadeiro testemunho começa quando o culto termina.

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