Não há uma linha exata que separe o que é bom do que é mau em nós, pois esses conceitos são fluidos, e cada pessoa os interpreta de forma única. O que nos cabe é ter consciência do nosso próprio caminho, das nossas intenções e da busca por sermos melhores a cada dia, independentemente de como nossa história será contada pelos outros. Que possamos, a cada dia, buscar a autenticidade em nossa caminhada, sabendo que o que realmente importa é a paz que encontramos dentro de nós, e não como seremos narrados pelos outros. Viver e conviver é uma verdadeira missão.
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