Isaías 44:5. O texto fala sobre um tempo de bençãos onde as pessoas teriam tanto orgulho de sua fé que escreveriam na própria mão: "Eu sou do Senhor". Significa fazer uma escolha de pertencer e seguir a Deus de todo o coração.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
ELE ESTEVE
“Foi por isso que Ele teve de assumir a vida humana de forma integral. Então, quando se apresentou diante de Deus como sacerdote principal, para tirar os pecados da humanidade, Ele já havia experimentado toda a dor” (Hebreus 2:17-18 AM).
Jesus foi criado numa nação desprezada, entre pessoas oprimidas, numa cidade obscura. Ele viveu numa casa simples. Foi um trabalhador comum, com aparência comum.
Ele já esteve lá.
Você é pobre? Jesus sabe como você se sente. Você está no último degrau da escala social? Ele entende. Já se sentiu usado? Cristo pagou impostos a um imperador estrangeiro.
Ele já esteve lá. Ele entende o que significa obscuridade.
Mas e se a sua vida não for obscura? E se você tem uma empresa para gerir ou uma classe para liderar? Ainda assim Jesus compreende?
Certamente. Ele recrutou e supervisionou sua própria organização. Setenta homens e mais uma grande variedade de mulheres O procuravam em busca de liderança. Você faz orçamentos, lidera reuniões e contrata pessoas? Cristo sabe que a liderança não é fácil. Seu grupo incluía um zelote que odiava romanos e um coletor de impostos que trabalhava para eles. A mãe de dois de Seus principais homens exigiu tratamento especial para seus filhos. Jesus sabe como é o estresse da liderança.
Ore comigo: “Senhor Jesus, Tu não ficaste do lado de fora de nosso mundo; Tu entraste nele. Não olhaste apenas para a louca confusão da vida; Tu entraste nela. Tu viveste uma vida comum que refletiu o Teu amor pelas pessoas simples e comuns. Descansamos seguros no conhecimento de que Tu sabes como nos ajudar porque vieste entre nós”.
CONSUMIDOS
“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.” Lamentações 3:22-23
Não importa o que você fez no passado, ou no dia de hoje, Deus te ama mesmo assim. Só Ele conhece teu coração e sabe o que você guarda ai dentro no teu íntimo. Jesus morreu no teu lugar, para perdoar o teu pecado e Ele te convida para deixar tua culpa de lado, entregue teu sentimento aos pés da cruz e receba do amor do Pai. Deus é fiél e nos dá oportunidade para recomeçar, pois a cada manhã tudo se renova.
Confissão: Amado Pai, obrigado pelo Seu amor, que é incondicional. Não importa o que fazemos ou deixamos de fazer, o Senhor sempre vai nos amar. Não importa quem somos ou quem deixamos de ser, o Senhor nos ama mesmo assim. O Senhor nos amou primeiro, enviou a Jesus, seu único filho, para dar a própria vida, como prova do Seu amor por todos nós. Afasta de mim todo sentimento de culpa, vergonha e derrota, afasta toda imagem negativa que eu tenho de mim mesmo. Não há outro acima de ti, tu és a razão do meu viver. Te amo Jesus.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
NÃO HA AMOR MAIOR
“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13).
O que levou Jesus a morrer por você e por mim? Foi Seu amor por nós. “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”. Além disso, Jesus ainda ofereceu Sua vida por Seus inimigos, por aqueles que O odiavam e até pelos que O mataram. Deu a Si mesmo por você e por mim.
Seu amor é imutável. “Tendo amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (João13:1). Embora soubesse qual discípulo O trairia, Ele ainda amava a Judas. Foi o amor de Cristo que comoveu o coração de Pedro e o trouxe de volta, penitente. É impossível compreender um amor incomparável como esse.
Certa vez as cataratas do Niágara cessaram de fluir por causa de um congestionamento de gelo no rio. O arco-íris esmaeceu e o trovejar das águas se aquietou. Mas nunca houve um momento no qual o amor de Deus para com Seus filhos tenha deixado de fluir, porque Seu amor por você é maior do que o amor de sua mãe ou de seu pai. Não há pais no mundo que tenham amado seus filhos tanto quanto Deus ama a você e a mim. Pensar em oferecer um dos meus filhos para salvar um amigo – não consigo compreender ou penetrar essa ideia! Ainda assim, Deus amou tanto nosso mundo pecaminoso que fez algo ainda maior. Sacrificou Seu Filho, Seu único Filho. Não entendo esse tipo de amor. Você entende?
Uma coisa que tem me ajudado é minha experiência com minha própria família. Amei meus filhos antes que eles soubessem qualquer coisa sobre o meu amor, e é assim que acontece com o amor de Deus por nós. Ele nos amou antes que pensássemos em amá-Lo. “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (I João 4:10).
Deus o ama! Ele o ama tanto que deu, e Seu Filho deu também. Ele planejou muita coisa para você, se você tão-somente aceitar esse amor. No início Deus poderia ter impedido a entrada de qualquer tipo de pecado, mas então as pessoas no mundo não teriam tido uma escolha. Nosso destino eterno ainda depende de nossa própria escolha. Se alguém se perder, não terá sido porque Deus não o amou, mas o resultado de ter resistido ao amor tanto do Pai quanto do Filho.
O SISTEMA SOLAR
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2:8-10).
Graça, fé e obras. Quanto se discutiu, e ainda se discute, a respeito desses termos. Somos salvos pela graça e pelas obras, ou apenas pela graça? Se for apenas pela graça, então onde ficam as obras? E que dizer da fé? É algo pelo qual podemos receber crédito?
Realmente é tentador pensar que a graça, a fé e as obras formam um triângulo – um triângulo com um lado (graça) mais longo do que os outros, mas ainda assim um triângulo.
Tentador, mas errado. Num triângulo, a soma de dois lados será maior do que o lado restante. Mas isso não é verdade aqui. A combinação de fé e obras nem sequer se iguala à grandiosidade da graça.
Devemos pensar nessa questão como um sistema solar divino, sendo a graça o Sol e a fé e as obras planetas separados que giram em torno desse grande astro.
Há apenas um Sol, pois existe apenas um Sol da justiça (Ml 4:2). No universo da salvação não há espaço para a glória humana; a glória que não vem de Cristo não pode ser a glória refletida por Ele. Unicamente a Sua graça – ilimitada, imensurável, ampla e gratuita – nos concede a esperança da vida eterna. Recebemos a salvação como um presente, não por mérito pessoal. Para outra analogia, leia a linda declaração de Ellen White: “Este vestido [a veste da justiça de Cristo] fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana” (Parábolas de Jesus, p. 311).
Nenhum fio – nem um sequer! Não podemos nos gabar de absolutamente nada.
A fé é um planeta do sistema solar divino. A fé não vem de nós mesmos para que não sejamos tentados a nos orgulhar disso. A fé em si é um do Deus da graça, um dom que nos capacita a dizer sim à graça quando todos ao nosso redor escolhem dizer não.
No sistema solar divino também existe outro planeta – as obras. Assim como a fé, as obras provêm do Sol da graça, Jesus. Ao dizer sim para Ele, Sua luz brilha sobre nós e em nós, transformando-nos, renovando-nos, recriando-nos à Sua imagem. Ele reflete a glória de Deus: assim, ficamos cada vez mais semelhantes a Ele.
O sistema solar divino possui três elementos – o Sol da graça e os planetas da fé e das obras.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
MISERICÓRDIA
“O Filho do homem […] não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:28).
Jesus se ajoelha diante de um de Seus discípulos. Ele desata uma sandália e gentilmente ergue o pé e o coloca na bacia, cobre-o com água e começa a banhá-lo. Um a um, um pé sujo atrás do outro, Jesus segue pela fila inteira.
Horas antes da própria morte, a preocupação de Jesus é singular. Ele quer que Seus discípulos saibam quanto Ele os ama. Mais do que remover sujeira, Jesus está removendo dúvida.
Jesus sabe o que acontecerá com Suas mãos na crucifixão.
Aqueles 24 pés não passarão o próximo dia seguindo seu Mestre, defendendo sua causa. Aqueles pés correrão atrás de um abrigo diante do brilho de uma espada romana.
Ele sabe que, pela manhã, enterrarão a cabeça de vergonha e olharão para os pés com desgosto. E, quando o fizerem, Ele quer que eles se lembrem de como dobrou Seus joelhos e lavou-lhes os pés. Quer que eles percebam que aqueles pés ainda estão limpos. “Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá” (Jo 13:7).
Notável. Ele perdoou os pecados deles antes mesmo de eles os terem cometido. Ele ofereceu misericórdia antes mesmo de eles a procurarem.
Ore comigo: “Senhor Jesus, Tua infinita misericórdia foi derramada em minha vida. Assim como perdoaste uma dívida que eu jamais poderia pagar, decido perdoar a dívida dos outros”.
DEUS GLORIOSO
“O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo” (Êxodo 33:11).
Moisés faz um pedido a Deus: “Peço-Te que me mostres a Tua glória” (Êx 33:18).
Por que Moisés queria ver a grandeza de Deus?
Faça a você mesmo uma pergunta similar. Por que você olha para o pôr do sol e pondera sobre o céu de uma noite de verão? Por que você busca um arco-íris na névoa ou olha para as belezas naturais? Como explicamos nossa fascinação por visões como essas?
Beleza? Sim. Mas a beleza não aponta para um maravilhoso Alguém? A imensidão do oceano não sugere um Criador imenso? O ritmo de migração das aves ou das baleias não aponta para uma mente brilhante? E não é isso o que desejamos? Um Criador maravilhoso? Um Criador imenso? Um Deus tão poderoso que pode comissionar os pássaros e comandar os peixes?
Cruzamos uma linha quando fazemos tal pedido. Quando nosso desejo mais profundo não está nas coisas de Deus ou não é um favor de Deus, mas sim o próprio Deus, cruzamos um limite. Menos foco em nós, mais foco em Deus. Menos de mim, mais dEle.
Ore comigo: “Senhor gracioso, tal como Moisés, desejo ver Tua grandeza e Tua glória. Quero Te conhecer melhor, Senhor. Quero me concentrar menos em mim mesmo e mais em Ti. Em nome de Jesus, amém!”
domingo, 3 de dezembro de 2017
LIVRE
Muitos de nós vivemos com um temor secreto de que Deus está bravo conosco. Em algum lugar, em algum momento, em alguma igreja, ou algum show de televisão convenceu-nos de que Deus tem um chicote atrás das cosas e uma palmatória no bolso, e que Ele irá nos agarrar quando tivermos ido longe demais. Nenhum conceito pode ser mais errado! O Pai do seu Salvador o ama muito e quer apenas partilhar o Seu amor com você.
Você poderia usar o ar fresco do perdão de Deus? Gostaria de viver novamente sob a aprovação de Deus? Como você o faz? Admitindo genuinamente a Deus que você errou, sabendo que Ele o ama mais do que odeia seus erros. E sabendo que Ele perdoará esses erros.
VIDA TRANSFORMADAS
Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (II Coríntios 5:17).
Pessoas podem ser transformadas. Essa é uma verdade que atravessa as Escrituras desafiando o determinismo. Veja o exemplo de Judá, filho de Jacó, no fim de Gênesis. Judá foi um dos que maquinaram a morte de José. Embora não fosse o mais velho, ele aparece como líder entre seus irmãos. Poderia tê-los dissuadido do grande pecado que estavam para cometer, mas ele se omite. José é lançado em um poço e vendido para o Egito. Com calculada frieza, todos eles, com a aprovação de Judá, mentem para o pai, com uma túnica encharcada em sangue falso.
Considere agora Judá e seus irmãos, na presença de José, quando os fios de uma história que parecia encerrada aparecem em uma nova trama. José é uma conhecida autoridade do Egito. Para testá-los, ele aprisiona Benjamim, seu único irmão da mesma mãe. Judá se adianta para representar os outros que estão aterrorizados. Fala de seu envelhecido pai e revela quanto ele ama o filho mais novo, cuja mãe morrera em seu nascimento. Descreve o custo emocional que fulminaria o patriarca se o filho mais jovem não voltasse. Judá usa a palavra “pai” catorze vezes, em dezesseis versos (Gn 44:19-34). A eloquência de seu apelo é comovente. Ele menciona a idade avançada do pai, mantido vivo como que por uma linha tênue. Propõe substituir o jovem (v.33), como um tipo do próprio Messias, que viria de sua linhagem.
O que transformara sua vida? Antes insensível, agora desesperadamente tenta evitar um novo golpe sobre o pai. A ação do Espírito Santo o tornara substancialmente amadurecido, sábio e compassivo. Ele próprio sofrera a dor da perda de um filho (Gn 38:6-10). Ele entendeu o que suas ações de 20 anos antes haviam causado. Ele sabia que seu pai ainda demonstrava favoritismo, amando Benjamim mais do que amava ele e os outros irmãos. Mas isso não provoca mais sua ira. Ele sabia que nunca iria mudar o pai. Ele apenas tinha poder sobre as próprias ações. Judá aprendera a perdoar e amar seu pai, colocando as necessidades dele em lugar das duas. Judá era um novo homem, e isso teve poderoso efeito sobre José, que começou a perceber como Deus estivera guiando cada detalhe de eventos confusos.
Querido ouvinte, não importa quem você seja hoje, você pode ser transformado em uma nova criatura, uma pessoa inteiramente nova.
sábado, 2 de dezembro de 2017
PLASTICA DO CARATER
Se você não guardou a imagem e semelhança de Deus, se você se extraviou, se você se corrompeu, se você se meteu em muitas complicações, se você perdeu o pudor, se você se acostumou com a sujeira, se você é dependente de álcool e droga, se sua vida sexual é contrária à natureza, se você perdeu a graça e a beleza de tudo, se você desceu todos os degraus da degradação, se você se acha perdido, se você se encontra no fundo do poço, se você não tem mais caráter – leia este texto: “Venham, vamos discutir o assunto até o fim! Por mais fundas e feias que sejam as manchas dos pecados que vocês cometeram, Eu posso limpar essas manchas completamente! Vocês ficarão limpos e brancos como a neve que acabou de cair. Mesmo que seus pecados sejam vermelhos como sangue, Eu os deixarei brancos como cal!” (Isaías 1:18, A Bíblia Viva).
Ao contrário do que escreveu o pessimista brasileiro Millôr Fernandes, de que só há plástica no rosto, no seio, nas nádegas, na careca e na papada “e nenhum Pitangui para inventar uma plástica de caráter” – existe, sim, um Deus que faz plástica no caráter. Não há termos de comparação entre Deus e o Dr. Pitangui. Deus conhece o modelo original e o seu grande propósito é transformar não só o caráter, mas o homem todo de glória em glória até ser semelhante a Ele, igual ao corpo glorioso do próprio Jesus (II Coríntios 3:18, Filipenses 3:21 e I João 3:2).
UM TRAPACEIRO REDIMIDO
“Mas Deus demonstra Seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5:8).
Jacó foi o trapaceiro profissional dos patriarcas.
Por duas vezes ele escondeu o jogo de seu irmão, Esaú, a fim de escalar a árvore genealógica. Trapaceou o próprio pai para garantir um presente que, de outro modo, jamais teria recebido.
Mais tarde, engambelou o sogro tomando-lhe seu melhor rebanho e, quando ninguém estava olhando, pegou esposas, filhos e bens, e caiu fora.
Para ele os fins sempre justificavam os meios. Sua consciência estava calejada o bastante para deixa-lo dormir, e seus pés eram rápidos o suficiente para mantê-lo sempre um passo à frente das consequências.
Ainda assim, nós o vemos no hall da fama dos heróis da fé, em Hebreus 11:21. Como isso aconteceu?
Foi um processo longo e doloroso para ele e sua família. Mas, do sujeito que impôs condições em Betel (“Se Deus estiver comigo […] então o Senhor será meu Deus” [Gn 28:20-21]), ele se transformou no homem maduro que teve um encontro com Deus, recebeu um novo nome – Israel (Gn 32:28) – e, por fim, edificou em Canaã um altar para “Deus, o Deus de Israel” (Gn 33:20, RA).
Jacó é a prova de que ninguém está fora do alcance do poder redentor e transformador de Deus.
SALVADOR
“Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realiza-lo” (Romanos 7:18).
Há tempos atrás, li em alguma revista, a história dum violento e cruel assassino, “o rei dos criminosos”. Certo dia, no presídio, pediu um livro para ler. Como não acharam o que queria, o capelão lhe indicou a Bíblia:
– “E esse livro, você já leu? Vale a pena ler”.
– “Se você soubesse quem sou, não me perguntaria isso. Esse livro nada tem a ver comigo”, respondeu.
– “Conheço bem a sua fama, por isso lhe dou a Bíblia; ela o ajudará”.
– “Não me ajudará, pois já não tenho mais sentimentos”, insistiu o preso; e, esmurrando a porta, gritou: “Meu coração é tão duro como este ferro; nada nesse livro pode me tocar”.
– “Você quer um coração novo?”, perguntou o capelão, lendo, em seguida, Ezequiel 36:26.
Admirado com o que ouviu, o homem leu o texto várias vezes. No dia seguinte, confessou que nunca imaginara que Deus pudesse lhe falar tanto e, naquela mesma noite, lhe dar um novo coração. E seguiu a história com experiências vividas por um homem regenerado…
Um grande pecador encontra um grande Salvador! Foi atingido pela infinita graça de Deus que é suficiente para apagar grandes ou pequenos pecados. Louvemos ao Senhor por “Suas misericórdias que são a causa de não sermos consumidos… não têm fim, renovam-se cada manhã” (Lm 3:22,23).
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
ARREPENDIMENTO
“Mas reconheça o seu pecado; você se rebelou contra o Senhor, o seu Deus, e ofereceu os seus favores a deuses estranhos, debaixo de toda árvore verdejante, e não me obedeceu”, declara o Senhor (Jeremias 3:13).
Não há nada mais pesado que o pecado. Só percebemos isso quando sentimos seu peso esmagar nossa alma. Só entendemos quanto ele é destrutivo quando nos despedaçamos contra a parede que ele ergueu entre Deus e nós. Por isso, é sempre melhor confessar o pecado assim que nos damos conta dele e purificar nosso coração de imediato. A Bíblia nos alerta: “Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração” (Tg 4:8).
A confissão tem por objetivo apresentar o pecado diante de Deus. Ao confessá-lo, você não está dizendo nada que Deus não saiba. Ele conhece todas as coisas, mas deseja que você se conscientize de que errou o alvo. Confessar, porém, não é apenas desculpar-se. O pedido de desculpa nem sempre é acompanhado de um coração arrependido, e muitas vezes não passa de formalidade. A verdadeira confissão acontece quando alguém admite o erro cometido e arrepende-se de tê-lo feito.
Em suas orações, fale de suas fraquezas para Deus e peça que Ele o ajude a realizar mudanças onde elas são necessárias. Deseje purificar seu coração conforme Ele ordenou em Sua Palavra. Peça-lhe que abra seus olhos para o que você precisa ver a fim de admitir seus pecados, confessá-los e deles se arrepender.
DEUS PERDOU VOCE.
Li, algum tempo atrás, que os cientistas descobriram que a parte mais profunda do oceano está além da costa da Ilha de Guam, no Pacífico. 11.033,17 metros de profundidade!
Isso tem um profundo significado para os cristãos. Especialmente para mim. A Bíblia garante que Deus lança nossos pecados nas profundezas do mar. Ou seja, os pecados confessados estão tão distantes quanto os mais de onze quilômetros abaixo da superfície.
Isso conforta meu coração e ao mesmo tempo me intriga. Conforta, pois confio no perdão do céu. E intriga porque não consigo entender como aquele que confessa o pecado a Deus resiste em aceitar esse gesto de misericórdia oferecido por Ele.
Quando carregamos um contínuo sentimento de culpa por atos errados (já confessados) não estamos crendo verdadeiramente na garantia de que Deus cumpre o que promete.
Se esse é o seu caso, lembre-se: Deus perdoa e esquece, por que, então, você insiste em lembrar? Eles estão “lá”, inclusive os meus, “no fundo do mar”. O Maior interessado já esqueceu. Perdoou. Ele sempre faz a obra completa!
“Perdoe-se”. Aceite o perdão divino e seja uma nova criatura!
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